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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Jornal «O Algarve»

 
 
Jornal «O Algarve»
 
Aqui foi a sede do Jornal O Algarve desde a sua fundação até aos anos 80 do Sec. XX mais ou menos.
 
Depois deslocou-se para um edifício na Rua José de Matos, no topo, junto à parte superior da Escola Industrial e Comercial de Faro, tendo também a parte Tipografia (ao que penso) na Zona Industrial do Bom João (de Baixo) não sei se em simultâneo se não.
 
Segundo os números de 1930 do Jornal O Algarve este tinha tipografia própria, mas não me lembro de a ter visto na Rua do Alportel. O que conheci lá foi o balcão de atendimento para anúncios e pouco mais.
 
De qualquer forma o que interessa mais é que este Jornal é um marco na cidade de Faro e é dos poucos jornais algarvios que conheço que está a ser digitalizado pelos Serviço de Arquivo da Câmara Municipal de Lisboa, embora a meu ver muitos outros jornais paradigmáticos algarvios o merecessem também.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Antiga Junta Autónoma das Estradas

 
 
 
Antiga Junta Autónoma das Estradas
 
Como é sabido a JAE foi extinta passando a haver em troca um conjunto de Institutos e outros organismos com a organização viária relacionados, pelo que este edifício ainda se mantém na mesma tutela ou outra equivalente.
 
Aqui o que interessa é o edifício que tem já alguns anos de vida (sempre o conheci ali) e que se tem mantido, mais alteração menos alteração à entrada da Rua do Alportel. Aqui neste cruzamento havia um sinaleiro, mais abaixo da foto, que regia o trândito entre esta rua (do Alportel), a General Teófilo da Trindade e uma terceira que desce em direcção ao Largo de S. Pedro.
 
Enquanto a Estrada Nova (por Ferreiras - Albufeira e S. Bartolomeu de Messines) não foi feita era por aqui que se saía de Faro para Lisboa (por ex.) fazendo-se depois através de S. Brás de Alportel a famosa Serra do Caldeirão (que tinha 365 curvas conforme era lenda ou realidade) e depois, lá mais à frente, Almodôvar.
 
Esta cidade de Almodôvar ficou bastante prejudicada pela construção da nova estrada, que lhe retirou uma parte significativa do tráfego de passagem, uma das suas fontes de receita importantes, pelo que a lenda popular acabou por juntar imaginação com imaginação, «criando» um fantasma na Estrada Nova (IP1 agora) que alegadamente teria a sua origem em gente de Almodôvar.
 
O fantasma tal como era descrito era um indivíduo que pedia boleia em plena noite de chuvada e que que quando entrava no carro estava completamente seco. Sobre esta lenda há derivações, bastantes, referindo uma pessoa que pede boleia pelo que aconselho a leitura do credenciado site Centro de Estudos Ataíde de Oliveira.