quarta-feira, 6 de março de 2013

Os Carvoeiros de Lisboa

Os Carvoeiros de Lisboa
Eu praticamente nasci ao lado de carvoarias aqui em Faro, não propriamente aquecido pelo calor das brasas, mas tinha um vizinho que era carvoeiro e que morava duas ou três portas ao lado da minha e que por sua vez tinha um armazém de carvão no Beco Ataíde de Oliveira, o senhor Faneca, onde eu ia comprar o carvão que fazia falta lá em casa e não era só em alturas específicas de churrascadas e coisas assim.
Tínhamos um forno na casa onde morávamos na altura e a minha mãe, montanheira de raiz, cozia muitas vezes o nosso próprio pão e por ausência de lenha usava carvão.
Para além disso havia os fogões a petróleo antes do gás se vulgarizar e o dito era também comprado maioritariamente na carvoaria. A mercearia da esquina também tinha petróleo à venda, num bidon encimado por aquelas bombas manuais, iguais àquelas que mediam o azeite, mas dava mais jeito comprar o carvão e o petróleo no mesmo sítio.
Bem, antes de avançar para Lisboa, é preciso fazer notar uma coisa que normalmente é pouco difundida: algumas pessoas, sobretudo relacionadas com a venda de material energético ou com ele relacionado ou com uma incorporação grande de energia no seu fabrico, viram os seus stocks valorizarem-se exponencialmente durante o período da 2ª guerra mundial e, em parte por via disso, penso, o senhor Faneca era considerado pelo menos remediado.
Tinha casa própria, o que era uma raridade naqueles tempos mas continuava com o seu carro de mula a vender carvão de porta em porta. O carvão tem pó, como se entende, e o pó é preto como se deve saber ou calcular, pelo que o senhor Faneca quando regressava a casa depois de um dia de vendas e negócios, todo enfarruscado, entrava pela porta do quintal, despiria logicamente a roupa de trabalho, lavava-se e só depois entrava em casa. Eu não assistia a essas operações, como será claro, mas passado algum tempo do seu regresso a casa ele aparecia ou à janela ou à porta da frente impecavelmente trajado o que fazia adivinhar o seu percurso anterior.
Nesse beco que falei atrás era o seu armazém, uma casarão enorme, com o carvão «arrumado» em monte para aí com três ou quatro metros de altura e uma base de pelo menos cem metros quadrados. Era onde uma senhora estava encarregada de tomar conta da loja e vender o carvão durante o dia. Aí só havia carvão e petróleo.
Por outras razões, compra de material de construção nomeadamente telhas e tijolos avulso, frequentava amiúde duas carvoarias que havia na Rua Cruz das Mestras, onde se comprava também gesso, cal viva, cimento, etc. Assim, carvoarias em Faro, na minha memória e posso falhar, tinham como função alternativa a venda de material de construção (cheguei a comprar também azulejos lá, daqueles brancos, para casas de banho como era uso na altura).
Ora quando fui fazer um «estágio» de alguns anos a Lisboa fui viver ma zona da Alcântara, mas parece-me que este fenómeno que vou relatar mais à frente é comum em toda aquela zona (vi - por alto - até Oeiras, acrescento).
O meu tio, já falecido, excelente homem e que gostava muito de mim, entendia que me devia ensinar a ser «homem». Ele era do Norte, não que isso seja uma qualquer marca distintiva, mas a confraternização, para ele, só episodicamente passava pela bica e pelo galão: o copo de vinho, salutarmente doseado, era o pretexto para dois dedos de conversa e como ele ele era fanático pelo Atlético (que ainda jogou contra o Farense na 2ª Divisão) e como aquele pessoal por ali andava quase todo pela mesma onda, eram horas de bate papo aos fins de semana com um ou dois copos de vinho, esclareço. Não me lembro de se ter passado disso...
Ora, onde é que nós (sim, eu também!) íamos beber os copos tertulianos? No Carvoeiro. Pois era isso, o que para alguns pode parecer normal, para mim, formado na escola da carvoaria complementada com materiais de construção, foi estranho.
Claro que os Carvoeiros tinham os sectores divididos: num lado carvão, noutro lado barricas de vinho. Mas ali não se ia à taberna (talvez fosse pejorativo, não sei), ia-se ao carvoeiro. Balcão de cimento e azulejo de tampo e cobertura e era assim.
Podia terminar aqui porque a história estaria contada, mas na pesquisa que fiz verifiquei que existem muitos restaurantes em Lisboa e arredores que têm o nome de Carvoeiro e não encontrei um só aqui no Algarve.

sábado, 2 de março de 2013

O «meu» Espaldão ou Carreira de tiro em Faro

O «meu» Espaldão ou Carreira de tiro em Faro
Começando pelo princípio e porque o nome não é do conhecimento comum vai aqui uma ajuda da wikipédia:
«Em arquitetura militar, um espaldão é um anteparo de uma trincheira ou fortificação, servindo para proteger a artilharia e a guarnição que lá se encontra. Um espaldão pode ser feito de alvenaria, terra, sacos de areia, betão ou outros materiais. Também são utilizados espaldões nas carreiras de tiro, com intuito de evitar que balas perdidas saiam para o seu exterior.»
Isto da cultura é uma coisa interessante. Aqui em Faro sempre se denominou de «espaldão» todo o conjunto de terreno que abrigava a carreira de tiro onde o regimento de Faro fazia os seus exercícios de tiro.
Pois pelo que se lê acima, um «espaldão» é exclusivamente a barreira «que evita que as balas perdidas saiam para o exterior», ou seja, e vendo a foto (pode-se carregar para ver tamanho maior), o «espaldão» de Faro está situado na parte inferior esquerda e é um simples (mas enorme) monte de areia que tinha por função sofrer o impacto das balas e permitir que elas por ali ficassem.
A carreira de tiro, propriamente dita é que deve ter a denominação que é dada a todo o espaço, incluindo o tal espaldão, as fossas para os colocadores de alvos que se vêm nitidamente no enfiamento directo paralelas entre si e perpendiculares ao espaldão , e as barreiras/suporte de arma de atiradores, que conforme se pode ver estão distanciadas perpendicularmente  às fossas dos alvos com distanciamentos entre si para tiro a 50 metros, 100 metros, etc. tal como fosse da praxe na altura.
Pois bem, as fossas dos alvos permitiam que os soldados que os colocavam se deslocassem para uma posição ou outra (mais distante ou menos distante) após cada sessão de execução de tiro. Era nessas fossas que o pessoal miúdo da altura brincava (fora dos períodos de tiro, como será claro).
Antes de falar num episódio interessante que teve lugar devido à existência destas fossas laterais ao espaldão, gostaria de acrescentar que os cartuchos dos disparos eram por princípio recolhidos pelos próprios atiradores para voltarem ao quartel e serem então enviadas para a fábrica de material de guerra para recarregamento.
Lembro-me bem da ordem que era dada «Aos alvos!», altura em que o pessoal arrancava da sua posição para recolher os cartuchos e isto depois de ser assegurado que não estava mais ninguém em posição de tiro: não era preciso estar a disparar (o que acabava com um «Alto!»), bastava não estar de pé,  e era feita uma verificação sumária de que todos já tinham consumido os seus cartuchos.
Neste espaldão, onde as balas ficavam incrustadas, de metal, como é claro, era permitido que as pessoas as recolhessem. Muito particularmente o «trabalho» estava quase em exclusivo destinado a pessoas de etnia cigana ou eles tinham-no reservado para si e não me lembro de ter por lá visto outras pessoas.
Não sei o que eles faziam com esses bocados de metal, amarrotado, mas não me parece que o fossem vender ao quartel. Na verdade era de toda a conveniência manter o espaldão o mais limpo possível de balas, na medida em que estas, apesar de ser remota a possibilidade, podiam servir de factores de ricochete das balas disparadas em doses maciças em dias de exercício.
Pois bem, e regressando às valas dos alvos, houve uma altura em que supostamente apareceu um fantasma à meia noite e às quartas feiras, se não estou enganado quanto ao dia da semana.
O fantasma da carreira de tiro correu de boca a orelha e eram diversas as interpretações sobre o perfil do mesmo (fantasma) seguindo o princípio do «fulano disse que era assim, porque beltrano lhe disse que sicrano bem viu, etc.».
Aparentemente este fantasma era tradicionalista, segundo os relatos, e não dispensava o lençol branco, e era este o único ponto mais comum. Mas havia mistério, de facto, porque o dito ser do «outro mundo» aparecia à flor do terreno caminhando (ou sobrevoando) o espaço entre as duas paredes das valas, que segundo me lembro tinham talvez entre 2,5 e 3m de profundidade.
Os mais científicos, pensando num gozo de alguém o que até fazia falta naquela altura, haver um gozo, diziam que era alguém com andas (como essas que se usam nos circos) que lhe alongavam as pernas e permitiam assim que ele parecesse cerca de 3 metros mais alto, tendo por ideia que ele andava dentro das fossas ou valas.
Essa ideia tinha base mas colidia com o acidentado do fundo das valas. Qualquer pesssoa que se aventurasse a utilizar uma coisa dessas, ainda por cima com aquele tamanho, arriscava-se a dar um trambolhão ao tropeçar nas inúmeras pedras que o fundo das valas tinham, e presumivelmente a ver encarecer a sua brincadeira talvez com uma real passagem para o «outro mundo» mesmo.
A coisa tornou-se pública em Faro, sobretudo entre a malta jovem e foram cativados para a causa também alguns mais seniors, pelo que uma noite juntaram-se cerca de cinquenta a cem pessoas para «ir ver o fantasma».
Não estava previsto qualquer acto de violência contra a seguramente atormentada alma (colocava-se a hipótese de ser um soldado ali falecido por acidente) e bem esperámos mas nada.
O pessoal bem gritava «ò fantasma está na hora!!ò fantasma está na hora!!» assim que bateu a meia noite, mas nada.
Foi uma verdadeira frustração e era uma das primeiras oportunidades da minha vida para ver um fantasma, ao «vivo» e depois disso nunca vi nenhum.
Debandada geral. A partir daí nunca mais se ouviu falar no «fantasma da carreira de tiro» e os outros que foram sendo citados como frequentadores de outros pontos da cidade não tinham aquela carga emocional que aquele teve.
Tenho saudades dele...e lá para onde ele se tenha deslocado desejo-lhe as maiores felicidades embora tenha ficado muito ressentido. 
    
 Nota: A foto foi «repescada» no Blogue A Defesa de Faro. 

sexta-feira, 1 de março de 2013

Bom filme na Esplanada de S. Luís (anos 60)

Bom filme na Esplanada de S. Luís (anos 60)
Ao ver uma imagem da Antiga Esplanada do Cinema de S. Luís em Faro, mais tarde substituída por um conjunto de imóveis, lembrei-me (em alturas da Grândola, Vila Morena) que tinha eu aulas com o Zeca Afonso, na Escola Industrial e Comercial de Faro, quando entre as conversas que se iam tendo ele anunciou que ia passar nessa Esplanada (estávamos em meia estação, Junho ou Julho) o Filme «A Ilha Nua».
Fiz uma recolha sobre este filme, que já tinha procurado há meses sem o conseguir encontrar (faltava-me o nome do realizador - o japonês Kaneto Shindô) e abaixo deixo essa nota com link para o vídeo com o filme completo, mas antes gostaria de referir como foi recebido esse filme pela «crítica» farense.
Quem vive ou viveu em Faro sabe que havia uma clientela constante no (s) cinemas. Os dois que havia eram do mesmo proprietário, salvo erro Castello Lopes gerida pelo saudoso poeta e senhor da cultura farense Marques da Silva (Marmelada).
Assim essa clientela «certa» ia ver tudo o que era filme (ainda fiz isso uns quantos anos também) uma vez que a televisão era ainda rara, os programas eram pouco atractivos, enfim... e o Cinema (como local) era um excelente meio de convívio: antes dos filmes, nos intervalos e depois dos filmes.
Pois bem, os «intelectuais» bebiam o filme como mandava a praxe (mesmo que não gostassem) e os habitués protestavam contra o dito. Bem, de esclarecer que a história era interessante e já a conto lá mais para a frente, mas o filme tinha um problema que era a ausência de diálogos, ou seja, era um filme em que a única coisa que se ouvia era o ruído de fundo: do mar, do chocalhar dos baldes, do barco, enfim, os dois personagens, marido e mulher, não diziam uma palavra entre si. Dedicavam-se à sua faina por inteiro.
Ora a faina era plantar arroz numa ilhota (nua - daí o nome do filme) que não tinha água. Esta era transportada em baldes dentro de um bote, retirada nos baldes e levada a regar os pés de arroz que se estendiam por uma encosta. Todo o filme retratava isso, o dia a dia do casal, que não fazia mais nada de manhã à noite. Salvo erro nem se vê eles a comer...mas aqui passo à visão do filme.
A parte «moral» tinha lugar no fim, em que o marido ia entregar uma parte do arroz colhido ao proprietário da Ilha. O que eu me lembro bem de ter notado é que as pessoas não protestavam (aquelas que protestavam) contra a lentidão e as repetições das cenas, mas sim pelo filme não ter «palavras = diálogos».
Aconselho este filme, tendo em atenção saber-se que o cinema japonês desde há muitos anos (este filme é dos anos 60) dá cartas em termos de qualidade e inovação.
Daniel Teixeira
«A Ilha Nua», do cineasta japonês Kaneto Shindô.
O filme apresenta a rotina de uma família de pescadores que habita uma das ilhas do oeste do Japão, lugar de belas paisagens e também de desafios para a sobrevivência da família como a escassez de água e alimentos.
Apresentando nuances de documentário, “A Ilha Nua” apresenta uma poesia visual da vida do homem simples em meio às adversidades da natureza, tudo isso junto com uma trilha incidental que ganha destaque devido à ausência de qualquer diálogo no filme.
“A Ilha Nua” venceu o Festival de Moscou e foi candidato ao BAFTA, maior prêmio do cinema inglês. É um clássico do cinema japonês feito pelo diretor de “Onibaba, A Mulher Diabo”, que marcou toda uma geração de cinemaníacos no início dos anos 60.

Filme completo aqui (1h 36 m)

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Britânicos querem insultar-se uns aos outros sem medo da prisão

Britânicos querem insultar-se uns aos outros sem medo da prisão

Mr. Bean pôr de lado, por momentos, a comédia para se entregar a um assunto sério. E está a dar a cara por uma campanha a favor da legalização do insulto.

Anabela Natário (
www.expresso.pt)

"Sinta-se livre para me insultar" é o slogan de uma campanha liderada pelo ator Rowan Atkinson, mais conhecido por Mr. Bean, lançada recentemente no Reino Unido para pôr travão a uma "cultura próxima da censura" que já levou à prisão de um pregador católico, um critico da Cientologia e um estudante bem humorado.

O objetivo primeiro desta iniciativa, que não é propriamente uma comédia embora quem dê a cara seja um comediante, é acabar com uma lei britânica que proíbe o uso de "palavras insultuosas", desde 1986.

"O problema é que qualquer coisa pode ser interpretada como um insulto: a crítica, a caricatura, o sarcasmo. Inclusive o facto de ter uma opinião diferente da ortodoxa pode ser considerada um insulto", disse Rowan Atkinson.

O grupo, unido pela liberalização do insulto e que conta, entre outros, com o apoio dos deputados Geoffrey Dera, presidente de uma associação contra o crime nas zonas urbanas, e David Davis, conservador, consideram que o capítulo quinto da Lei de Ordem Pública, que proíbe "palavras, comportamentos e sinais ameaçantes, abusivos ou insultuosos", atenta contra a liberdade de expressão.

Desde que essa lei está em vigor, foi preso um jovem de 16 anos que, pacificamente, segurava um cartaz com os dizeres "A Cientologista é um culto perigoso", com o pretexto de poder estar a insultar os seguidores dessa igreja, segundo o "Dailymail".

O mesmo jornal conta que também tiveram a mesma sorte ativistas a favor dos direitos dos homossexuais, do movimento "Outrage!" quando protestaram "contra o grupo islâmico fundamentalista Hizb ut-Tahrir, que "apelava à matança de gays, judeus e mulheres impuras.

Mais ridículo ainda é o caso do estudante da Universidade de Oxford que foi preso, em 2005, por ter chegado ao pé de um polícia e perguntado: "Desculpe, tem consciência de que o seu cavalo é gay?". A polícia de Thames Valley considerou que o jovem fez "comentários homofóbicos, ofensivos para as pessoas que por ali passavam na altura".

E pelo mesmo caminho foram um pregador católico de rua e o proprietário de um café. O primeiro 'ganhou o direito' a ser preso por dizer alto que "a homossexualidade era pecado", o segundo por transmitir no ecrã do se estabelecimento passagens da Bíblia.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

CONVITE - TERRAS DA NOSSA TERRA

CONVITE

Euclides Cavaco  e o Movimento Internacional Lusófono

têm a honra de convidar a si e aos seus familiares e amigos

para  a apresentação do livro

TERRAS DA NOSSA TERRA

de Euclides Cavaco

que terá lugar na Sociedade da Língua Portuguesa

Rua  Mouzinho da Silveira , 23 - LISBOA,

dia 16 de Junho (Sábado)  às 17:30 horas.

A apresentação está a cargo do Dr. Renato Epifânio.

A sua distinta presença será deveras apreciada.

Euclides Cavaco

dia 16 de Junho (Sábado)  às 17:30 horas.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Por uma Nova Lei de Protecção dos Animais em Portugal

ANIMAL lança 2.ª Fase da Campanha “Por uma Nova Lei de Protecção dos Animais em Portugal”
Depois de ter lançado esta campanha em finais de 2010, sob a forma de uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos, e ter estado a trabalhá-la ao longo deste tempo, a ANIMAL lança agora uma nova fase desta mesma campanha. Por favor veja o vídeo “Um Passo em Frente”, e, se ainda não conhece o Projecto-Lei para uma Nova Lei de Protecção dos Animais que redigimos, leia-o também na mesma página. Poderá ainda assinar a petição de apoio a esta campanha. Para tudo isto basta que aceda a http://animal.org.pt/cmpnhfase2.html . Veja o vídeo até ao final. Esperamos sinceramente que se sinta tão inspirada/o quando terminar de vê-lo, quanto nós nos sentimos a fazê-lo.
(Em breve divulgaremos mais novidades acerca desta campanha.)
Ajude-nos a ajudar os animais de Portugal. Passo a passo conseguiremos mais protecção legislativa para eles, ao mesmo tempo que continuaremos a desenvolver as nossas campanhas de educação, sensibilização e consciencialização da população para os problemas que afectam *todos* os animais, e não apenas os que, infelizmente, podemos para já abranger numa proposta de legislação.
O seu apoio é vital! Se acreditam que o trabalho da ANIMAL é importante, por favor apoie-o.
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Ajude a ANIMAL a Continuar o Seu Trabalho (Nacional e Internacional) em Defesa dos Direitos de Todos os Animais
· Se já é Sócia/o da ANIMAL, e não tem ainda o seu cartão, ou, por falha da ANIMAL, a sua situação está irregular, queira, por favor, informar-nos para que possamos actualizar a sua Ficha;
· Se já é Sócia/o da ANIMAL e tem quotas em atraso, por favor contacte-nos para que estas possam ser actualizadas;
· Por favor considere tornar-se Sócia/o desta Organização;
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· Faça um donativo através da conta da ANIMAL no PayPal.com, para info@animal.org.pt;
· Faça um donativo através de cheque ou vale postal à ordem de “Associação ANIMAL”, enviando-o para: Associação ANIMAL, Apartado 24140 – 1251-997 Lisboa.
Em nome dos animais que a ANIMAL protege e procura representar e defender, MUITO OBRIGADO.
Animal.org.pt :: Em defesa dos direitos de todos os animais :: http://www.facebook.com/ONGANIMAL

quarta-feira, 21 de março de 2012

HOJE ALICE VIEIRA EM OUVINDO A MAGDA na RÁDIO RAIZONLINE


OUVINDO A MAGDA na RÁDIO RAIZONLINE

 4ª Feira, 21 de Março 2012


Alice Vieira | CDU - Legislativas 2011 | http://www.cdu.pt/2011/alice-vieira

ALICE VIEIRA

De Portugal para os cinco cantos do mundo, todas as quartas-feiras, das 21h às 23h, desfrute de música, prosa e poesia, escolhida por mim, a pensar em si

Temas musicais:
A NAIFA

B FACHADA

ETTA JAMES

ELZA SOARES

PEDRO ABRUNHOSA

entre outros

ALICE VIEIRA

CREMILDE VIEIRA DA CRUZ

ILONA BASTOS

Desperte os cinco sentidos...Ouvindo a Magda

Fique atento e não perca o programa desta semana
das 21h às 23h (hora portuguesa)
outros países ver:


na que já é a sua rádio, na RADIO RAIZONLINE



Obrigada,
Magda Graça