domingo, 27 de março de 2011

Página de Michael Ginobili - Colin Farrell confirmado no remake de «Vingador do Futuro» - Desenrola



Página de Michael Ginobili - Colin Farrell confirmado no remake de «Vingador do Futuro» - Desenrola



Colin Farrell confirmado no remake de «Vingador do Futuro»



Colin Farrell acaba de ser confirmado como protagonista de «Vingador do Futuro», refilmagem da clássica ficção-científica estrelada por Arnold Schwarzenegger e dirigida por Paul Verhoeven.


Farrell concorria ao papel ao lado de Tom Hardy e Michael Fassbender. O ator chega em breve aos cinemas com a refilmagem de «A Hora do Espanto» e a comédia «Horrible Bosses».



Desenrola



Escrito para um publico jovem, o filme retrata a vida sexual iniciante de uma garota de 16 anos. Totalmente narrado em primeira pessoa, ele força uma identificação do publico com a heroína do filme, ou poderia até dizer a princesa em busca do príncipe encantado. Aí se encaixa o famoso clichê dela achar ser uma pessoa (o garoto mais velho e galã) e ser outra.


Na parte técnica o filme é bem feito, seguindo o padrão Globo Filmes, porem isso para mim se torna um problema. Toda a parte criativa fica engessada, deixando o longa com cara de um episódio comprido de Malhação, só que um pouco mais arrumado.


A escolha do elenco para os personagens principais foi muito bem feita, foram usados atores e atrizes da idade dos personagens, diferente de alguns filmes onde usam maiores de 18 anos para interpretar menores de idade para falar da sexualidade do adolescente. Mas sempre com atenção e respeito.




CORONEL FABRICIANO - 068 – Dom Luciano; 096 – O Presépio e igrejas - BENEDITO FRANCO



CORONEL FABRICIANO - 068 – Dom Luciano; 096 – O Presépio e igrejas - BENEDITO FRANCO



068 – Dom Luciano


Dom Luciano visitou-me em minha casa – benzeu-a.


Nosso virtuosíssimo Vigário, o Revmo Padre Cornélio, adoeceu e ficou na Casa Paroquial, sendo tratado mui atenciosamente pelos paroquianos, que muito o admiravam.


Um meu amigo, o Sô João, era quem mais cuidava do Padre Cornélio. Fui visitar nosso Pároco e o Sô João me disse que Dom Luciano viria no dia seguinte para ver a situação do Padre e para nomear seu substituto até que melhorasse. Coloquei minha casa à disposição para o novo Vigário.


Dom Luciano constatou a impossibilidade de o novo Vigário morar na casa Paroquial; aceitou minha oferta, mas gostaria antes de conhecer-me e a minha residência. Comunicaram-me.


Um dia, eu em casa tranquilamente, chega Dom Luciano, acompanhado de dois Padres e do Sô João. Com alguma dificuldade subiu os muitos degraus de minha residência – pouco antes se acidentara perto de Itabirito.


- Meu grande problema é subir escada. Descer até que não é tão difícil assim – falou-me ele. Esteve em minha casa por mais de uma hora. Gostou de tudo, principalmente do violino:


- Sou um violinista, não muito exímio, mas sou. O instrumento que mais aprecio.


– Tem a voz de Deus, respondi-lhe.


Com um largo e característico sorriso: - Acho que sim.


Uma hora e pouco durou sua estada – atencioso e discretíssimo.


Depois da benção, foi chamado por um Padre; cauteloso e devagar desceu a escada; agradeceu a atenção e se foi... ficou sua aura - masda! Um santo santo.



COLUNA UM - Daniel Teixeira - A Teoria e a Prática



COLUNA UM - Daniel Teixeira - A Teoria e a Prática


A teoria e a prática, de uma forma global, sempre foram entendidas em campos diferenciados; ser-se um teórico é normalmente entendido quase como se se fosse um sonhador ou mais exactamente é entendido como sendo-se alguém que na «prática» não sabe fazer nada ou sabe fazer muito pouco.


Já um prático é entendido como sendo uma pessoa que resolve as situações da melhor maneira sem grandes preocupações sobretudo na forma como resolve. Os fins justificam os meios neste último caso (quase entendido embora subentendido) enquanto que no caso acima, o do teórico, este não resolve nada também, mas não só, porque está «paralisado» por princípios que lhe tolhem os meios.


No fundo um e outro são quase água com azeite também; não se misturam. Um teórico tem de envergar a farda do prático para realizar coisas enquanto que o prático tem de envergar a farda do teórico para pensar. Só assim será possível, passar, como se diz, da teoria à prática. Estas serão as ideias correntes o que não quer dizer que quer uma quer outra correspondem quer à realidade quer à nossa prática do dia a dia e à aplicação das teorias que vamos entendendo no jornal, rádio e portal no nosso dia a dia.


No mesmo campo, ainda que bastante diferente mas seguindo uma lógica quase similar. temos a divisão entre «inspiração» e técnica: a inspiração será um dado, um dom quando constante ou um momento ou uma sucessão de momentos quando mais espaçados ou esporádicos.


A técnica é o tradicional «saber fazer»: no campo da escrita, onde vogamos maioritariamente no nosso jornal, trata-se neste caso de saber como se colocam as palavras num dado contexto que se pretende que atinja um dado fim que normalmente é a sua perfeição quanto baste e a sua capacidade de ser recebida pelo leitor ou pelo próprio «prático» num exercício sempre primeiro de auto-satisfação.


E este exercício de auto-satisfação talvez seja o elemento maior de encontro entre o «inspirado» e o «técnico»: são eles os primeiros críticos da sua forma e do conteúdo que trazem da ponta da caneta (do teclado actualmente). Se está bom para o próprio (nunca está quando se é perfeccionista ao quase extremo) está bom para sair, quer dizer, para ser publicado. Nalguns casos (em muitos mesmo) este debate é quase eterno: quer dizer, ainda não está bom hoje e não está bom nos próximos tempos que se vão repetindo ao longo do tempo.


Trata-se da falta de confiança, do debate entre a teoria (de ter feito) e a prática de colocar cá fora, quer dizer, colocar em exposição mais ou menos pública. Encontramos de novo o embate entre a teoria e a prática num nível já liberto das conotações que lhe foram dadas no início: mas estarão elas (as tais conotações) definitivamente afastadas?


Não me parece... O teórico, à força de radiografar o papel que tem entre mãos há dias ou há anos tem de tomar, um dia, uma opção: joga então muitas vezes mão do tal conceito do prático acima (no inicio) referido. E é então o que se chama de «meia bola e força»: um acto prático que se distingue contudo por resultar do esgotamento da reflexão: quer dizer, a coisa já foi vista tantas vezes que «certamente» que está boa e para além do mais «que se lixe»: estamos fartos de ver esse papel e de estar a pensar nele.



Marcia Dalva Machinski - Biografia e Poesia - Poesia de Marcia Dalva Machinski - Cativeiro Existencial; DOCE SOLITUDE



Marcia Dalva Machinski - Biografia e Poesia - Poesia de Marcia Dalva Machinski - Cativeiro Existencial; DOCE SOLITUDE Marcia Dalva Machinski


Nasceu em 21/03/1975, em Quedas do Iguaçu/ Paraná/ Brasil


Dos 09 meses aos 8 anos viveu no estado de Minas Gerais, por motivo transferência de trabalho de seu pai. Ali teve seu primeiro contato com a Literatura, aprendendo a ler e escrever aos 07 anos e pelo constante incentivo de seu pai, que além de contar muitas histórias, adquiria muitos livros e coleções que despertavam a curiosidade e formaram o hábito de ler.


Em 1983, com a aposentadoria de seu pai, retornou ao Paraná e viveu até os 28 anos lá.


Em 1992, formou-se professora, no Magistério - em 1997 graduou-se em Pedagogia, pela Universidade estadual do Centro Oeste do Paraná.


Especialista em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e Gestão de Negócios pela Universidade Comunitária de Blumenau/SC.


Aos 28 anos mudou-se para o estado de Santa Catarina e atualmente reside em Florianópolis, capital do estado, cidade de forte expressão da cultura portuguesa pela colonização Açoriana.


Atualmente trabalha como Gestora de Educação, no Sistema das Indústrias e é escritora freelance de blogs de informações. Como hobbye e para expressão dos seus sentimentos ou sentimentos universais, mantém um blog pessoal onde publica seus poemas e textos marcantes de autores diversos. Blog pessoal: www.marciadalva.wordpress.com



Poesia de Marcia Dalva Machinski


Cativeiro Existencial; DOCE SOLITUDE


Cativeiro Existencial


Há algo em mim querendo transbordar


Derramei óleo, derrubei farofa, queimei as torradas


Talvez, atos falhos de minha realidade psíquica


E o que esteja a transbordar seja a saudade


Ou a tristeza do vazio que se fez


Meu desejo de amar não correspondido


Pelos nossos tempos desencontrados


Só queria tê-lo aqui


Impressionante como você me acalmava, como você me centrava


Estou sem rumo, pareço barco a deriva


Será que estou doente ou será isso amor


Amor difícil de ser escalado, tão íngreme, tão perigoso


Foi tão breve te conhecer e mesmo assim


Trouxeste paz, fortaleceste o meu ser, deste-me brio


Mas, assim, de repente você se foi, por precisar ficar só


Duas realidades tão antagônicas



DOCE SOLITUDE


Esta paz, deste sábado cinzento, o friozinho tão leve, brisa fria do mar…


gotas de chuva na janela e a luz, em penumbra, tentando entrar, neste meu pequeno lar…


Imagem, cena, cenário que registrará na memória este tempo presente, já passado…


É sábado, e eu desfrutando a doce paz...um café da manhã, ao meio dia…


No computador, a janela para o mundo aberta…


a música a me invadir, leva meu corpo a se embalar…


assim como o alimento acorda minha células e começa a nutrir…


a música acorda meus sonhos, nutre meu ser…


traz fome de vida… uma pacífica fome de vida…


Já sinto saudades deste tempo, o tempo de agora… desfruto-o…


a certeza de que um dia este silêncio, esta doce solidão findará, na agitação do calor da estação, de uma nova etapa no ciclo da vida…


Oh! Afortunada solidão, que me embala na paz, na alegria de ser eu…


doces momentos, na vida de solteira… refúgio… quebrado, quando se prolonga…







Nota: O Bloger não está a aceitar formatações de textos. Logo que este problema esteja solucionado pela Google arranjaremos melhor este texto.

Arlete Deretti Fernandes - Poema: Ciclo Inexorável - Dueto: Arlete Brasil Deretti Fernandes e Hildebrando Menezes



Arlete Deretti Fernandes - Poema: Ciclo Inexorável - Dueto: Arlete Brasil Deretti Fernandes e Hildebrando Menezes



Ciclo Inexorável - Dueto: Arlete Brasil Deretti Fernandes e Hildebrando Menezes.



Sinto-me cercada de todos os mistérios, da essência de todas as vidas da existência universal. Talvez resida aí a intensidade com que percebo a profundidade de teus textos e a Generosidade com que lidas com as pessoas. Observo a perfeição da Natureza, o nascer luminoso de mais uma manhã, o formato geométrico de um favo de mel. Todas as almas possuem este poder, de estar em contato com a Natureza e sua Fascinante biodiversidade... Do mais simples ao mais complexo de seus elementos constitutivos. No relógio do tempo a ampulheta segue devagar, mas inexorável como a lei que marca. Enquanto isto passam lentos ou rápidos os dias. Tempo e espaço desaparecem quando estamos em contato com o Universo, porque é como se estivéssemos enxertados Ao coração do Criador.






Nota: O Bloger não está a aceitar formatações. Logo que este problema da Google esteja resolvido arranjamos este texto / poema.

Especial Dia Mundial da Poesia - POESIA - Suely Lopes; ...que não me falte nunca a utopia. - Odete Nazário - Grupo Horizontes da Poesia; Cantar a Poes

Especial Dia Mundial da Poesia - POESIA - Suely Lopes; ...que não me falte nunca a utopia. - Odete Nazário - Grupo Horizontes da Poesia; Cantar a Poesia - Maria João Brito de Sousa - Grupo Horizontes da Poesia

POESIA

Suely Lopes

A poesia tem cor

A poesia tem forma

A poesia tem corpo

A poesia tem alma


De lá

até cá

Cantemos

A poesia


Não importa qual forma


...que não me falte nunca a utopia.

Odete Nazário - Grupo Horizontes da Poesia



Que não me falte nunca a fantasia

que o sonho se mantenha no olhar

que não se negue a mão á poesia

que o verso não desista de voar


que se espalhe a canção na noite escura

e volte a acontecer a madrugada

que o grito que a garganta não segura

seja a voz da palavra amordaçada


que em cada rua, praça ou avenida

se espalhe o verde-rubro deste povo

que seja então a força renascida

verdade a ressurgir num pais novo.



Cantar a Poesia


Maria João Brito de Sousa - Grupo Horizontes da Poesia

Tu, hoje, vens magoada, vens vazia,


Vens frágil, vens diferente do costume,


Como se consumida por um lume


Que te queima, mas já não te alumia…



De súbito, num acto de magia,


Invade-me o olfacto, o teu perfume


E sou quem, conquistada, aqui se assume


A tua humilde serva, ó Poesia!




Especial Dia Mundial da Poesia - POESIA - Lenir Moura ; O Significado da Poesia. - Marcelo Torca

Especial Dia Mundial da Poesia - POESIA - Lenir Moura ; O Significado da Poesia. - Marcelo Torca


POESIA


Lenir Moura


Palavras que soltam da alma,


Escritas com calma


Desenhando a emoção.


Necessidade constante,


Vontade incessante.


Impulso? Solidão?


Rimas que demonstram


Como chora um coração


Nos versos com sentimentos,


Nas estrofes de sofrimento


Sentidas com amor,


Descritas com paixão.


Poesia


Um desabafo!


Uma necessidade imensa


De gritar o que não se deve calar.


De dizer o que não se consegue falar.


Uma gritante vontade


De se expor para o mundo


E mostrar em segundos


O mais verdadeiro pensar.



O Significado da Poesia.


Marcelo Torca


Uma poesia


Uma vida


Lamentos e discórdias


Tristezas


Discussões em vários versos


Daquilo que pode ser escrito em um


Espaço para o amor


Mais eufórico


Mais atormentado



Leia este tema completo a partir de 28/03/2011